Home | Fóruns | PDA | Assinar Revista
Directório de Turismo: Agências de Viagens | Operadores Turísticos | Comp. Aéreas | Alojamento
  Subscrever
Rotas & Destinos




- - - - - - - - - - - - - - -
  Bloco de notas
   Hoteis, Restaurantes e Shopping
   Globetrotter 
   Livros e Discos
   Promoções 
   Agenda
   Dicas de Viagem
   Dicas de Saúde
 
  Secções
 • Fim-de-semana 
 • Estrada fora

 • 24 Horas
 • Hotéis
 • Em destaque
 • Especiais
 • Panorâmica
 • Lugares com história
 • Gourmet
 • As viagens de
  Pesquisar artigos


  Planear Viagem
 • Programas de Viagem
 
  Jogue online
 • Acção
 • Desporto

 • Plataformas
 • Puzzle
 • Shoot´Em Up
 
  Utilidades
  
Assinar a Revista
- - - - - - - - - - - - - - -
 Edições Anteriores
- - - - - - - - - - - - - - -

   XLRotas & DestinosPanorâmica > Liverpool

P A N O R Â M I C A Junho de 2008   
   
Quem lhe disse que Liverpool é uma cidade escura, industrial e que vive à volta dos Beatles enganou-o. A mim também. Há brilho, arte, diversão, futebol, os Beatles, claro, mas muito mais música. Além disso, é Capital Europeia da Cultura 2008, com uma agenda recheada de espectáculos

Texto de João Ferreira de Oliveira | Fotografia de Pedro Sampayo Ribeiro
   

P U B L I C I D A D E
A verdadeira quadratura do círculo vive em Liverpool: futebol, arte, diversão e música. Quantos locais conhece, com cerca de 500 mil habitantes, em que pode vibrar com um jogo de um dos melhores clubes do mundo, ver obras de Picasso, Klimt ou Andy Warhol, assistir a um concerto de música alternativa e beber um copo? Tudo no mesmo dia? Não é fácil de encontrar. Então porque é que tanta gente tem uma impressão negativa sobre a cidade?


Huskisson Street, onde foram gravados alguns episódios da série Sherlock Holmes

Uma das muitas caras bonitas de Liverpool

Reprodução da entrada do mítico bar The Cavern, presente no museu The Beatles Story

Liverpool Hall of Fame, parede em que estão inscritas as personalidades mais famosas que já passaram pela cidade

Restaurante Alma de Cuba, uma antiga igreja que se tornou um dos mais entusiamantes espaços da cidade.

London Carriage Works, que possui uma estrela Michelin

A música não se esgota no culto aos Beatles, por isso os punks continuam bem vivos em solo inglês

Uma das suites do Hope Street Hotel, verdadeira unidade de charme

O World Museum of Liverpool

The Cavern, o bar onde os Beatles iniciaram a carreira

Um cartaz antigo do mítico bar

Área residencial junto a Sefton Park

A famosa Penny Lane

Concert Street, uma das zonas da cidade onde se juntam mais jovens ao final da tarde.

Outra das beldades que dão boa fama à cidade

Victoria Street, uma das ruas centrais mais movimentadas

Walker Art Gallery

O restaurante Room, um antigo banco que está entre as referências maiores de Liverpool

O look alternativo e cosmopolita

Uma das imagens de marca da cidade; jogo entre o Liverpool e o Manchester City, no mítico estádio de Anfield Road
“É escura, fria e super industrial. Tipicamente inglesa. É incrível como os Beatles nasceram ali. Ou, provavelmente, é essa a explicação. A música foi uma fuga que encontraram para aquela triste realidade”. Esta é uma conversa que tive com um amigo um dia antes da partida – já ouvira opiniões semelhantes. Discurso claro, curto, conciso e corrosivo e disparado de uma só vez que quase feriu a minha curiosidade. Até que lhe perguntei o óbvio: “Mas há quanto tempo lá foste?”. “Nunca fui, mas vi muitas imagens. E sabes que, à excepção de Londres, as cidades inglesas são todas iguais”, respondeu-me.

Mentira. É tudo mentira. Os lugares-comuns são como os mitos: imortais. É como dizer que quase todos os ingleses adoram beber. É um mito. Adoram todos.


Os Beatles
Comecemos pelo incontornável: todos os anos, cerca de 600 mil turistas visitam a cidade à procura dos Beatles e calcula-se que gastem cerca de 21 milhões de libras. Assim sendo, vive Liverpool à volta dos Fab Four? Não, os turistas é não os deixam descansar em paz. Mais do que potenciar a histeria em volta do grupo, a cidade sacia o visceral lado voyeur dos fãs. Saber onde nasceram e cresceram Ringo Star, George Harrison, Paul McCartney e John Lennon parece ter, para algumas pessoas, um efeito mais alucinogénico do que muitas das drogas que os próprios músicos consumiram.

O centro nevrálgico da romaria é o The Cavern, local onde a banda deu os primeiros concertos e onde actuou quase 300 vezes, entre 1961 e 1962. E basta descer os primeiros degraus para não procurarmos mais explicações para o seu nome – uma autêntica caverna, com um pé direito diminuto e um palco do tamanho dos óculos de John Lennon. “O mais famoso bar do mundo”, é assim que a casa se apresenta aos clientes, num local por onde também passaram nomes como Rolling Stones, The Kinks, Oasis, Elton John, The Who ou John Lee Hooker. Quem? Os Beatles. Este é o espaço deles e tudo o resto são meras curiosidades ou histórias, assim, independentemente da hora a que lá vá, o mais certo é que tenha uma banda de covers a tocar Love Me Do, Come Together ou Hey Jude. “Sente-se mesmo a presença deles, não acha?”, diz-me uma respeitável senhora americana. Confesso que de energias e americanos não percebo muito, por isso concordo, para evitar discussões metafísico--existenciais, mas a verdade é que o ambiente conquista mesmo aqueles que, como eu, associam mais a música dos Beatles à democratização do refrão orelhudo do que à revolução do Rock n’ Roll.

Imagine-se que até um tour fizemos – o Magic Tour! – e gostámos. Uma viagem num autocarro sem ar condicionado, com guia incluído, daqueles programas que têm tudo para correr mal, mas que se transformou numa verdadeira lição de história. Duas horas de viagem com passagens por lugares como Penny Lane, uma rua de subúrbio como tantas outras que deu origem a uma das mais carismáticas músicas da banda – curiosamente foi também aqui que viveu Freddy Mercury; pelo parque de Strawberry Fields – outra das mais famosas músicas; pelas casas onde nasceram os músicos e até o jardim onde Ringo Star perdeu a virgindade. “E com quem foi?”. “De certeza que nem ele se lembra. Acha que me lembro eu?” A resposta foi do guia, a pergunta juro que não foi minha.

O passeio termina onde tudo começou, no The Cavern, mas quem quiser pode continuar a “romaria”. A escassos metros do bar está o Hard Days Night Hotel – totalmente dedicado à banda, com obras de Shannon, conhecido como o “world’s greatest Beatles artist”, ou fotografias de Mike McGear, irmão mais novo de Paul. Ao lado está a Hard Days Night Gallery, loja onde pode comprar, por exemplo, desde um simples pin até uma colorida cadeira de praia com imagens de cada um deles. Há ainda o museu The Beatles Story, situado em Albert Dock, uma viagem através da história, imagens, objectos e memórias pessoais de toda a banda. Muito por onde escolher, mas, na verdade, o culto nunca chega a ser incomodativo e quem quiser pode perfeitamente passar à margem. Admita-se, contudo, que há uma estranha força – ups!, a senhora americana que não me oiça – a impelir-nos para conhecer um pouco mais das suas vidas. Afinal, quantos de nós não teremos sido concebidos ao som das suas músicas?


A cidade
Voltemos ao início. Liverpool, cidade fria, escura e industrial? Sim, noutros tempos, antes, durante e nas décadas que se seguiram à II Guerra Mundial, já que, devido à sua localização – no coração da Batalha do Atlântico – foi intensamente bombardeada. Contudo, de há alguns anos a esta parte tem vindo a transformar-se. Alguns atribuem a responsabilidade ao facto de ser a Capital Europeia da Cultura 2008, mas a verdade é que a revolução já estava em marcha.


Lembram-se da zona oriental de Lisboa antes da Expo’98? Liverpool fica situada no lado norte do estuário do Mersey e consta que a relação que tinha com o rio era semelhante ao que acontecia nessa parte de Lisboa. Agora aconselhamos os responsáveis pela autarquia da capital (não há aqui qualquer crítica, é uma sugestão sincera) a colocarem os olhos na renovada zona de Albert Dock

e tentarem fazer o mesmo pelos lados do Terreiro do Paço. Inaugurada em 1846 pelo Príncipe Alberto, tornou-se uma das áreas mais visitadas da cidade, porto de abrigo de bares e restaurantes de qualidade. É aqui que se situam alguns dos mais importantes museus da cidade, como o Museu Internacional da Escravatura, o Merseyside Maritime Museum ou o Tate Modern de Liverpool.

A relação com o rio é agora um romance cada vez mais dourado e zonas como a King’s Dock e a Princes Dock sofreram uma absoluto facelift, recebendo empreendimentos de qualidade internacional como, por exemplo, o boutique hotel Malmaison ou a Echo Arena, o pavilhão multiusos da cidade, com capacidade para cerca de 10.000 pessoas.

As “docas” foram o primeiro sítio onde estivemos e onde acabamos por voltar sempre, até porque Liverpool tem o tamanho de um passeio a pé – a forma ideal para nos apercebermos da sua diversidade, quer em termos arquitectónicos, quer em termos culturais. Os tradicionais edifícios cor de tijolo, as construções mais modernas e os edifícios vitorianos provocam uma osmose que nos traz inesperadas reminiscências. Vê-se um pouco de Dublin ou Glasgow, dos Países Baixos e até de Roma. A área que acomoda o World Museum Liverpool, o Liverpool Empire Theatre, ou o St. George’s Hall é dos melhores exemplos, pois se retirassem os semáforos e trocássemos os carros por coches, ninguém duvidaria estarmos num cenário de época. Aliás, a cidade onde o actual James Bond, Daniel Craig, cresceu e estudou é, devido às características, o segundo local de Inglaterra – a seguir a Londres – onde se rodam mais séries e filmes. Já não seriam necessários mais elementos para poder “insultar com justa causa” o meu amigo quanto às falsas características que me vendeu, mas, se dúvidas existissem, locais como China Town, a maior comunidade chinesa na Europa, ou Sefton Park, um gigantesco parque verde com lagos e ingleses bem comportados a jogar críquete, chegariam para eliminar as dúvidas. Uma cidade que tem cerca de um milhão de árvores – mais do que qualquer outra em Inglaterra –, que é, desde 2004, Património Mundial da UNESCO, e onde se falam cerca de 60 línguas! Será que isto não é suficiente para acabar com o mito?


A arte
Mais do que construir propositadamente para receber a Capital Europeia da Cultura 2008 (estatuto que partilha com Stavanger, na Noruega), Liverpool potenciou aquilo que já tinha. Cidade com muitos museus e salas de espectáculos, melhorou a sua programação e tem uma completa agenda de espectáculos até ao final do ano, em áreas como a pintura, a música, o teatro ou o cinema.

E qualquer local pode ser palco para um grande espectáculo, como Anfield Road, o estádio do Liverpool, onde no próximo dia 1 de Junho os Kaiser Chiefs, uma das maiores bandas da actualidade, e Sir Paul McCartney darão um concerto. Não será fácil encontrar bilhete, convenhamos, mas uma das grandes vantagens desta Capital da Cultura é o fácil acesso à maior parte dos eventos e exposições. Em muitos casos com entrada grátis, essencialmente nos museus. É assim que funcionam durante todo o ano, por isso o conceito não foi alterado em locais como o World Museum Liverpool, com importantes colecções de arqueologia, etnologia, múmias egípcias, artesanato pré-histórico e exploração espacial; a Walker Art Gallery, que tem uma das maiores colecções da Europa da Renascença à arte contemporânea, incluindo obras de artistas como Manet, Monet, Pissarro ou Van Gogh; ou o Merseyside Maritime Museum, em que poderá ficar a conhecer um pouco mais a fundo a participação da Inglaterra na II Guerra Mundial e a história completa de alguns dos mais trágicos casos da navegação marítima, como o Titanic ou o Lusitânia. E este ano a cidade vai receber ainda personalidades como Picasso, Andy Warhol ou Gustavo Klimt na Tate Liverpool.

Respira-se arte, cultura e há também uma vibração alternativa, como é o caso da FACT, uma galeria com imensas exposições, instalações e cinemas em que, por exemplo, as salas, no lugar das cadeiras, têm sofás. Não dá para importar o conceito para Portugal?


O futebol
O campeonato inglês já terminou, a selecção inglesa está fora do Campeonato da Europa e a Rotas & Destinos é uma revista de viagens. Assim sendo, porquê este tema na reportagem? Porventura porque esta cidade não existiria sem futebol. Aí sim, passaria a ser uma cidade fria, escura e industrial. Exagero? Claro que sim. O futebol é um exagero. A paixão pelo futebol em Liverpool é exagerada. Como o são todas as verdadeiras paixões. Intensas. Irracionais. Únicas. O que não implica que não possa haver dois amores. Dois clubes: Liverpool e Everton. O primeiro, clube com mais títulos na Liga Inglesa e vencedor de quatro Ligas dos Campeões, a última há apenas dois anos. O segundo, clube mais antigo da cidade, nove campeonatos e um dos mais bem-sucedidos emblemas ingleses. A rivalidade é tão intensa que até influiu na escolha da cor dos caixotes da cidade! Nem azuis nem vermelhos, mas roxos, a junção das duas tonalidades.

Clubes da terra? Não. Sempre que a equipa de vermelho joga em casa os hotéis da cidade esgotam com adeptos vindos de todo o mundo, especialmente os noruegueses. Já quando Everton joga são muitos os finlandeses. Porquê? O azul, a cor da bandeira da Finlândia. É por isso normal que o Museu do Liverpool F. C., em pleno estádio de Anfield Road, seja dos mais visitados da cidade. Como é normal que o homem que está ao nosso lado na fila para a entrada no estádio afirme, sem qualquer pejo, que a sua roupa interior tem as cores do clube.

Sim, fomos ao estádio. Não ao derby entre as duas equipas da cidade, mas ao Liverpool vs Manchester City, a contar para a última jornada da Liga Inglesa. Ainda assim, a lotação esgota. Os jogadores entram, os cerca de 45 mil adeptos levantam-se, desfraldam os cachecóis ao vento e cantam em uníssono You’ll Never Walk Alone, o mais famoso cântico de apoio no mundo do futebol. Uma palavra: arrepiante. Uma conclusão: toda uma outra cultura. Um conselho: a não ser que esteja no conforto do quarto do hotel e confirme que tem o telefone desligado, nunca pronuncie o nome Cristiano Ronaldo em Liverpool.


A diversão
“Tem garrafas mais pequenas? Minis. Garrafas de 20 cl?”, pergunto ao barman assim que vejo a garrafa de meio litro. “Sorry, 20 cl? Deve estar maluco, assim nunca mais fica bêbado”, responde-me, com ar de quem já nem sequer duvida da minha falta de masculinidade. “Mas eu não quero ficar bêbado”, digo-lhe candidamente. “Então o que é que está aqui a fazer?”.

Este é outro dos assuntos incontornáveis em Inglaterra e consequentemente em Liverpool. Os ingleses adoram beber – não todos, isso é um mito e os mitos, é sabido, são imortais. O álcool é o seu chá e as suas sete da tarde são as nossas quatro da manhã. Começa a música, os pubs enchem-se, os copos esvaziam-se e a diversão rebenta. Mas a questão não é pacífica: “Feios, porcos e maus”, foi este o título que a Time Magazine deu a um artigo recente sobre os jovens britânicos e o seu comportamento, texto que tem agitado a sociedade. “Estão perdidos”, dizem os mais puritanos. E eles, o que têm a dizer? Chris, um jovem universitário de copo na mão, defende-se: “Não fazemos mais do que vocês fazem em Portugal ou Espanha. Apenas o fazemos mais cedo. Vocês saem de casa à meia-noite e desgraçam-se até de manhã. Depois vão estudar ou trabalhar de ressaca. Não sei qual é o problema, porque é que toda a gente agora decidiu questionar a nossa postura. Adoramos divertir-nos, a única diferença é que o fazemos às claras, não temos medo de mostrar que estamos felizes”. Dito.

No meu caso, feito. Os sociólogos que avaliem o fenómeno, pois eu, como qualquer jornalista de viagens que se preze, vesti a pele do cidadão local. Perdi-me? Não me lembro, o que me recordo é das inúmeras e surpreendentes possibilidades de diversão oferecidas pela cidade. Locais como o Revolution, ideal para tomar um aperitivo e a fazer lembrar um pouco o elegante ambiente romano; o Alma de Cuba, um gigante e elegante bar/restaurante situado na mais antiga igreja da cidade; o Babycream, em plenas docas; o Newz BAR, casa de futebolistas, estrelas pop e actores; o Korova, porventura o bar mais alternativo da cidade, repleto de candelabros e cadeirões senhoriais, televisões da avó a preto e branco que vão passando videoclips e igualmente casa de concertos de muitas bandas alternativas; ou o Philarmonic, não um pub, mas o pub mais famoso e imponente da cidade. Um dia, aquando de uma conferência de imprensa, perguntaram a John Lennon qual era o maior contratempo de ser famoso. Ele respondeu: “Não poder ir ao ‘Phil’ beber um copo em paz”.

Que não haja confusões, isto não é Albufeira. Cada um diverte-se como quer. Com ou sem álcool. Quer tenha vindo pelo futebol, pela diversão, pela arte ou pela música. Por tudo isto, esta cidade não necessita de uma segunda oportunidade. Basta uma primeira visita.


Guia Prático

Como ir
A EasyJet (www.easyjet.com) voa directamente de Lisboa para Liverpool, por tarifas que rondam os €200.

Onde ficar
Hope Street Hotel – 40 Hope Street, tel. 0044 151 709 3000, www.hopestreethotel.co.uk
A madeira é o elemento predominante neste premiado boutique hotel, emprestando-lhe um ambiente cosy e transportando--nos para uma atmosfera de montanha. A localização é também ela invejável, em plena Hope Street, no coração do Georgian Quarter, uma das zonas mais bonitas das cidade. Tem 48 quartos luxuosos num edifício construído em 1860. Diárias em quarto duplo a partir de €175
Malmaison Liverpool – 7 William Jessop Way, tel. 0044 151 229 5000, www.malmaison-liverpool.com
Inaugurado em 2007 e considerado pela revista Condé Nast Traveller como um dos melhores hotéis de Liverpool, está situado de frente para a água e é, sem dúvida, uma das mais entusiasmantes unidades hoteleiras da cidade. Um espaço de charme, com decoração contemporânea, 131 quartos e um restaurante igualmente de visita obrigatória. Diárias em quarto duplo a partir de €200
Hard Days Night – North John Street, tel. 0044 151 236 1964, www.harddaysnighthotel.com
Quase todos os hotéis em Liverpool têm algum pormenor relacionado com os Beatles, já o Hard Days Night foi todo construído em homenagem aos quatro elementos, com obras de Shannon, conhecido como o “world’s greatest Beatles artist”, ou fotografias de Mike McGear, irmão mais novo de Paul.
Premier Inn City Centre – Vernon Street, tel. 0044 870 238 3323, www.premierinn.com
Mais económico que os já referidos hotéis, o Premier Inn tem as condições indispensáveis para uma boa estadia. Sem grandes luxos, tem 165 quartos espaçosos, um bar e restaurante e uma excelente localização, tal como o nome indica, bem no centro da cidade. Diárias em quarto duplo a partir de €80


Onde comer
Alma de Cuba – St. Peter’s Church, Seel Street, tel. 0044 151 702 7394, www.alma-de-cuba.com
St. Peter’s Church, foi, como o nome indica, uma igreja (a mais antiga de Liverpool) mas é agora um dos mais vibrantes restaurantes da cidade. Decorado de forma assumidamente fashion, é um local grandioso que funciona também como bar, onde pode beber deliciosos cocktails. Apesar da decoração contemporânea, nunca deixamos de sentir que estamos numa igreja, pois os vitrais foram mantidos tal como imensos pormenores arquitectónicos.
Room – 62 Castle Street, tel. 0044 151 258 1122, www.roomrestaurants.com
Um elegante restaurante situado num edifício onde há várias décadas funcionava um banco. O espaço foi remodelado, mas souberam manter intactas algumas características fundamentais, como os seus tectos trabalhados, onde se destaca uma enorme cúpula. Decorado em tons claros, os candeeiros de papel gigantes e o seu imenso pé direito proporcionam um ambiente descontraído. Pode comer desde sanduíches até pratos mais gourmet com inspiração oriental, como um Teriaky (salmão fresco).
The London Carriage Works – 40 Hope Street, tel. 0044 151 705 2222, www.tlcw.co.uk
Parte integrante do Hope Street Hotel, já foi distinguido várias vezes como o melhor restaurante da cidade. Cozinha de autor com inspiração internacional. A carta de vinhos é também uma referência.
60 Hope Street – 60 Hope Street, tel. 0044 151 707 60 60, www.60hopestreet.com
Outra das referências maiores da cidade para apreciadores da cozinha gourmet. Chaya – 78 to 82 Wood Street, tel. 0044 151 726 8641, www.chayabar.com Este bar e restaurante é uma das melhores opções no que se refere à comida asiática.


Bares
Philarmonic PUB – 36 Hope Street, tel. 0044 151 709 11 63
Korova – tel. 39,41, Fleet Street, tel. 0044 151 709 7097, www.korova-liverpool.com
The Cavern – 10 Mathew Street, tel. 0044 151 236 1965, www.caverclub.org


Galerias e Museus
Fact – 88 Wood Street, tel. 00 44 151 707 4444, www.fact.co.uk
Beatles Story – Britannia Vaults (Albert Dock), tel. 0044 151 709 1963, www.beatlesstory.com Walker
Art Gallery – 23 Mathew Street, tel. 0044 151 236 9444, www.walkerartgallery.org.uk
Tate Liverpool – Albert Dock, tel. 0044 702 7400, www.tate.org.uk/Liverpool
Merseyside Maritime Museum – Albert Dock, tel. 0044 478 4499, www.merseysidemaritimemuseum.or. uk


Mais informações
Turismo Britânico – tel. 808 201 273, www.visitbritain.pt, e-mail britanico.turismo@visitbritain.org (para pedido de informações) www.visitbritain.pt/loja (para aquisição de passes turísticos e transportes para Liverpool). Atendimento ao público, de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 13h00.

Agradecemos a colaboração do Turismo Britânico na realização desta reportagem

Pesquisas relacionadas com este artigo:

   
Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo | Tempo

Copyright ©. Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.