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XL
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T A Q U E |
Agosto
de 2010 |
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Chegou a altura de gozar umas boas e merecidas férias. Saiba como juntar o útil ao agradável, ou seja, mudar de ares sem gastar mais do que o devido. Eis algumas boas apostas, dentro e fora de portas
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Texto de JoÃo Miguel SimÕes |
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ALGARVE
VILA CAMPINA
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Onde: O grande encanto desta casa de hóspedes reside no facto de ficar na campina algarvia, entre laranjais, nas cercanias da localidade de Luz de Tavira.
Como é: A proprietária, Sofia, que já trabalhou com revistas de decoração, criou um espaço imaculadamente branco por dentro e por fora, mas onde cabem, para além dos jardins e da campina verdejante à volta, apontamentos de cor e pequenos toques personalizados, que fazem deste espaço uma constante e agradável surpresa. À chegada, os hóspedes, portugueses mas sobretudo estrangeiros, recebem, para além da chave do seu quarto – e são só oito, mais uma suite –, uma outra para abrir e fechar o portão. Porque a sensação é de se estar um pouco em casa, mas uma casa, como escreveu alguém no livro de hóspedes, “com muito, mas muito mais estilo”.
Vantagem: A convidativa piscina, fundamental para ajudar a suportar o calor das tardes de maior braseiro, fica convenientemente afastada da casa para garantir, a quem vai e a quem fica, um maior sossego.
À volta: A Vila Campina não fica junto ao mar, mas este não está a mais de quatro quilómetros de distância, com acessos facilitados a praias do Sotavento Algarvio como a Ilha da Fábrica, junto à aldeia histórica de Cacela Velha, Manta Rota ou Praia Verde. O Parque Natural da Ria Formosa também fica perto, assim como bons restaurantes e a possibilidade de efectuar passeios de barco ou jogar golfe.
Quanto custa: Quartos duplos a partir de €130 com pequeno-almoço (www.vilacampina.pt).
ALENTEJO
BARCOS CASA
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Onde: Com cerca de 250 quilómetros quadrados e 1160 quilómetros de margens, o Alqueva não é só o maior lago artificial da Europa mas também uma outra forma de desfrutar do melhor que o Alentejo ainda tem para oferecer.
Como é: Existem barcos de diferentes tamanhos, cuja capacidade varia entre duas e 12 pessoas. À excepção da comida e das toalhas, as embarcações, confortáveis sem que possam ser comparadas a iates ou veleiros, estão equipadas com camas, cozinha, sala de estar e dois postos de comando, para que a tarefa de manejá-las seja o mais simples possível. Não é preciso carta de marinheiro: antes de zarpar, um formador ensina-lhe as regras básicas para navegar, na melhor das hipóteses, a 10,6 km/h.
Vantagem: O estar por sua conta numa verdadeira casa flutuante sobre o lago, com possibilidade de gerir o tempo a seu bel-prazer e sem necessidade de ter tripulação a bordo.
À volta: O Parque Alqueva não se limita à albufeira, pelo que pode, e deve, aproveitar o passeio para explorar as aldeias e vilas ribeirinhas. E quando não lhe apetecer cozinhar, saiba que a curta distância tem restaurantes como o Sem Fim(Telheiro, www.sem-fim.com), nos arredores de Monsaraz, misto de restaurante e de galeria de arte, ou a Adega Velha (Rua Dr. Vasconcelos Romão, 13), em Mourão. Atenção também aos enojantares que o restaurante panorâmico Amieira Marina, da mesma empresa que aluga os barcos (www.amieiramarina.com), costuma organizar regularmente.
Quanto custa: A fórmula de aluguer low cost foi pensada para grupos de seis, oito ou 10 pessoas, e custa a partir de €25 por pessoa/noite. Em Agosto o valor sobe para €44,6 num barco para seis.
COMPORTA
CASA NA AREIA
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Onde: De ano para ano, a Comporta, na península de Setúbal mas já com um gosto a litoral alentejano, ganha adeptos e diversifica a sua oferta, fazendo mira a um público que, a meio caminho entre Lisboa e o Algarve, quer boa praia e badalação, mas com estilo e bom gosto.
Como é: Este não é o primeiro projecto do género na área, mas promete ser um dos mais bem conseguidos. A três quilómetros da praia e a 200 metros do rio Sado, a Casas na Areia é constituída por quatro suites minimalistas de 30 metros quadrados, com casa de banho própria e roupa de cama em linho. É assinada pelo reconhecido arquitecto Manuel Aires Mateus, que com esta sua criação irá participar na próxima Bienal de Veneza. Ideal para um grupo de até oito pessoas, além de todos os equipamentos modernos, como máquina de lavar loiça ou de café, e de quatro bicicletas para passeios, existe um lounge comum com peças de design como cadeiras Gervasoni, mesa E15 ou iluminação state-of-the-art. Tem a particularidade de não ter pavimento, ou melhor, de este ser feito de... areia.
Vantagem: Trata-se de um segredo (ainda) bem guardado, já que só este Verão começou a ser alugada. Para quem não dispõe de casa própria na praia, isto é o mais parecido que vai encontrar, com a vantagem acrescida de que não terá de se preocupar com o pequeno-almoço nem com a limpeza.
Quanto custa: Até Agosto, a Casas na Areia (www.casasnaareia.com) cobra €500/dia pelo aluguer do espaço para oito pessoas, em estadas mínimas de sete dias. Depois, o preço passa para €400/dia em estadias de três dias.
MONTENEGRO
BANHOS NO ADRIÁTICO
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Onde: Ex-república jugoslava, só declarou a sua independência da Sérvia em 2006, pondo assim fim a séculos e séculos de domínio estrangeiro. A par da Croácia, é a única que possui um quinhão de costa adriática, o que muito contribui para o seu charme.
Como é: Na nova era da saga James Bond, que se iniciou com Casino Royale, o Montenegro apareceu no grande ecrã de forma enganadora, já que uma localidade checa se fez passar por tal, mas o facto é que este pequeno país dos Balcãs desde logo despertou a curiosidade. Habitado por densas e escuras montanhas, que tornam os seus caminhos sinuosos, é na costa, recortada por baías, que se abrigam preciosidades como a cidade medieval de Kotor, além de Budva, a principal estância balnear do país, ou Sveti Stefan.
Vantagem: Boa comida, com um tempero mediterrânico, acomodações charmosas, desde que saiba escolher, e a sensação de estar ainda num destino sem grandes enchentes.
À volta: Se o Montenegro não é muito grande, ao ponto de as principais atracções não ficarem a mais de uma, duas horas de distância, o mesmo se passa em relação a Dubrovnik, na Croácia.
Quanto custa: Aproveitando a campanha estival de voos charter para Dubrovnik, a Abreu (www.abreu.pt) está a comercializar pacotes para o Montenegro por preços a partir de €1218 por pessoa.
ITÁLIA
HOTÉIS-CASA
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Onde: Nos últimos anos, as locande, termo adoptado em Itália, têm vindo a ganhar terreno como alternativa aos hotéis, regra geral maiores, mais impessoais e caros. Pense nelas como casas particulares, mas que funcionam como pequenos hotéis-boutique, atentos ao design e aos detalhes, com tratamento personalizado.
Onde: Em Florença, a nossa escolha recai no Floroom 1 & 2, cada um com quatro quartos e muito estilo (o primeiro é mais clean; o segundo segue uma tendência mais “boémia-chique”, www.floroom.com). Em Veneza, a opção é a Avogaria (www.avogaria.com), que começou por ser um restaurante a que se juntaram mais três quartos de estilo contemporâneo, dois deles com jardins privados. O Portalba Relais (www.portalbarelais.com), em Nápoles, soma um total de seis quartos e está intimamente ligado ao mundo dos livros. Por fim, em Milão, a Foresteria Monforte (www.foresteriamonforte.it), de três quartos, fica a curta distância do Quadrilatero d’Oro, a zona de compras mais famosa.
Vantagem: Estar numa “casa longe de casa”, com direito a atenções e a mimos que, noutros casos, lhe seriam cobrados como extras.
Quanto custa: Todas as casas aqui apresentadas cobram diárias entre os €100 (€98 no caso veneziano, para sermos precisos) e os €150, no máximo.
FRANÇA
DOIS DESTINOS DE CHARME
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Onde: A poucos minutos de La Rochelle, Ré é uma pequena e surpreendente ilha onde os dias podem correr tranquilos, entre passeios de bicicleta e refeições à base de ostras. Na perfumada Provença mas junto à costa, Cassis revela ser bem mais do que o nome da bebida licorosa conhecida em todo o mundo.
Como é: Ambos são lugares a desfrutar em casas, misto de hotel e Bed & Breakfast, que valem quanto custam, pois proporcionam uma forma em conta de aproveitar a boa vida local. Na ilha, Les Bois Flottais (www.lesboisflottais.com), a minutos da praia, conjuga uma faceta cosmopolita com as características próprias da terra; enquanto Couette et Café de Loix (www.couette-cafe-loix.com), uma das opções mais económicas, fica numa das áreas mais rurais. Em Cassis, Le Cap (www.lecapcassis.com), com cinco quartos e um terraço com vista sobre o mar, é uma das alternativas acessíveis.
Vantagem: A charmosa ilha, onde muitos parisienses de posses têm casa de férias, oferece desde praias a uma vila Património Mundial. Ao contrário de outros pontos badalados do Sul de França, Cassis mantém o seu charme discreto, mas não deixa de revelar spots incríveis como os domínios vinícolas.
À volta: Em Ré tem toda uma ilha para explorar de bicicleta, de preferência a partir do final de Agosto; em Cassis, é obrigatório alugar um barco a um pescador para percorrer a costa, onde se perfilam os magníficos fiordes de Les Calanques.
Quanto custa: Na ilha de Ré as diárias custam desde €85; em Cassis €150.
ESPANHA
PRAIA NA ANDALUZIA
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Onde: Tarifa fica numa das pontas mais acidentadas da costa andaluza, na vizinha Espanha, depois de Algeciras. Esta localização não a coloca a salvo dos ventos, mas esse é um dos seus principais trunfos para atrair surfistas.
Como é: Antigo ponto estratégico militar, Tarifa ascendeu de pacata vila piscatória a destino turístico a partir da década de 1960, mas só nos últimos anos saltou para a ribalta, elogiada por quem se encantou pela sua costa e pelos ares mouriscos, que preserva no centro histórico. Com os turistas chegaram as pousadas de charme, os restaurantes mais caprichados e um comércio mais cosmopolita.
Vantagem: Já não é um segredo guardado a sete chaves, mas Tarifa mantém um apelo discreto, sem grandes alardes, que agrada em cheio a uma legião de fiéis admiradores, que, ano após ano, voltam e contribuem para uma atmosfera familiar. Por outro lado, viajar de carro desde Portugal continua a ser a opção mais recorrente para muitos (são cerca de oito horas a partir de Lisboa, por exemplo), mas só faz realmente sentido quando dispõe de vários dias e da hipótese de fazer um périplo pela região. Para o ajudar a traçar o seu itinerário rodoviário, visite o site www.viamichelin.com
À volta: Uma ida a Tarifa de carro implica atravessar boa parte da Andaluzia, mas pode reverter isso a seu favor, aproveitando para fazer escalas em pontos de passagem como Cádiz, Marbella ou até mesmo Málaga. Mais perto, uma ida a Gibraltar é quase incontornável, mas o que mais tenta a maioria, com Algeciras à espreita, é a oportunidade de, numa curta viagem de ferry (há ligações regulares), ir até Ceuta ou Tânger, na banda marroquina.
Quanto custa: A título de exemplo, sugerimos a pousada charmosa La Sacristía, com quartos a partir de €115 (possui também apartamentos; www.lasacristia.net).
CABO VERDE
SOB O SOL AFRICANO
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Onde: O arquipélago atlântico cabo-verdiano tem vindo, de ano para ano, a ganhar adeptos, sobretudo pela vida mansa de hotel e banhos de sol na ilha do Sal. Os que aspiram a mais preferem optar pela Boavista, ilha com metade das praias de Cabo Verde, ou Santo Antão, a mais montanhosa de todas, cujas paisagens são cada vez mais apreciadas pelos fãs de caminhadas.
Como é: A infra-estrutura turística tem vindo a sofrer um upgrade considerável nos últimos anos, com a chegada das grandes cadeias à ilha do Sal, ao passo de em ilhas como a Boavista, em alternativa aos hotéis, começarem a surgir pequenas e charmosas casas de hóspedes exploradas por italianos e outros estrangeiros.
Vantagem: A poucas horas de voo de Portugal, e com ligações frequentes graças à campanha de charters, oito dias de praia no arquipélago saem bem mais em conta do que uma semana no Algarve.
Quanto custa: A Agência Abreu (www.abreu.pt), por exemplo, oferece pacotes de oito dias, combinando Sal e Boavista, que custam a partir de €939 por pessoa.
TURQUIA
ODISSEIA NO EGEU
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Onde: Anos a fio, as ilhas gregas pareciam ser a única forma plausível de desfrutar dos imensos prazeres do Egeu, um mar desde há muito associado a deuses e a odisseias homéricas, até que, primeiro de forma tímida e agora sem margem para erro, a Riviera turca se impôs como alternativa.
Como é: Se Bodrum, por si só, consegue já uma projecção fora de portas que sustenta a sua pretensão a estância balnear cada vez mais na berra, nada como aproveitar as campanhas estivais de voos charter para, a partir dali, percorrer a costa turca a bordo de um gulet. Para quem não sabe, estas típicas embarcações turcas têm vindo a ser recuperadas para o turismo, proporcionando uma experiência de cruzeiro mais intimista para famílias e/ou grupos de amigos – para além de uma tripulação mínima, que maneja o barco e se encarrega das refeições e tarefas domésticas.
Vantagem: Não são iates de luxo, mas a vida a bordo de um gulet é cómoda, com quartos, zona de refeições, zonas de estar e, claro, deck para apanhar banhos de sol, entre um banho e outro nas águas índigo. O facto de ser uma viagem organizada permite também não ter de se preocupar com itinerários ou burocracias.
À volta: A flexibilidade dos itinerários varia de empresa para empresa, mas, regra geral, a maioria não deixa de fora escalas históricas como Éfeso ou Marmaris.
Quanto custa: Em Portugal, a Best Travel comercializa circuitos de uma semana com preços desde cerca de €700 por pessoa. Pode também consultar os sites da Blue Cruise (www.bluecruise.org) ou da DayDreams Travel (www.turkishcruises.co.uk).
MALDIVAS
PRAIA E SOL
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Onde: Existem muitos outros destinos igualmente tentadores ou idênticos, mas este arquipélago do Índico, a curta distância do Sri Lanka, conquistou, definitivamente, o seu lugar no coração dos portugueses que adoram praia e sol. As razões do fenómeno estão à vista desarmada de todos, pois basta um curto voo ou um simples transfere de barco entre a capital, Malé, e um dos seus muitos atóis, onde ficam hotéis e resorts, para ficarmos rendidos.
Como é: Com maior ou menor luxo, o alojamento nas Maldivas está todo ele pensado para tirar partido das sensações, daí a maioria possuir spas, e para usufruir das lagoas de águas cristalinas, ideais para a prática de mergulho e outros desportos náuticos.
Vantagem: Estudos de mercado recentes apontam um decréscimo significativo nos valores praticados nas Maldivas, o maior registado desde 2008, o que pode até ser (ainda) pouco significativo no preço final do pacote, mas que já se sente (e bem) nas reservas directas com os resorts.
Quanto custa: A Entremares (www.entremares.pt), por exemplo, dispõe de um programa de nove dias nas Maldivas, em regime de meia pensão, com preços a partir de €1539.
ARGENTINA
BUENOS AIRES
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Onde: É uma cidade na moda, que seduz cada vez mais pelo seu lado cosmopolita e cultural, sem perder a raça e o tango que a tornaram ímpar.
Vantagem: É verdade que as ligações aéreas com a Argentina são ainda demoradas e implicam, na maioria dos casos, escalas. Também não é uma viagem barata, mas esse vai ser o seu maior investimento, pois, uma vez lá, pode sempre tirar proveito do facto de o peso argentino estar imensamente desvalorizado face ao euro e de ser possível fazer um padrão de vida elevado por muito menos do que estamos habituados. Desforre- -se num bom restaurante e nas compras.
À volta: A capital argentina é também um excelente ponto de partida para dar um salto até ao Uruguai – ferries ligam as duas margens do rio Prata – ou rumar mais a sul, em direcção à Patagónia. Calafate, a 60 quilómetros do Glaciar Perito Moreno, possui hotéis perfeitos para uma lua-de-mel, como o Esplendor del Calafate www.esplendorcalafate.com) e o Design Suites (www.designsuites.com).
Quanto custa: Uma pesquisa recente revela que, desde 2008, as diárias nos hotéis de Buenos Aires sofreram uma redução de preço na ordem dos 50%, o que colocou até unidades de luxo do calibre do histórico Alvear Palace (www.alvearpalace.com) ou do irrepreensível Four Seasons (www.fourseasons.com) num patamar mais acessível, proporcionando descontos de 40% a quem reserva com antecedência ou oferecendo a quarta noite, respectivamente. E há ainda hotéis de charme, como o Art Hotel (www.arthotel.com.ar), com diárias a pouco mais de €100.
BRASIL
TUDO INCLUÍDO NO NORDESTE
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Onde: Os resorts que funcionam em regime de tudo incluído não são exclusivos do Nordeste brasileiro, mas é aí, com destaque para a Bahia, dona do maior litoral, que estão concentrados os melhores.
Como é: Há quem não goste da sensação de passar as férias com uma pulseira de plástico no pulso, mas até mesmo os mais renitentes não ficam imunes às vantagens, e ao descanso, que isso lhes traz numa estada a bordo de um resort onde praticamente tudo (de fora costumam ficar os tratamentos no spa, determinadas bebidas alcoólicas e excursões) foi pago à partida. Entre os mais cotados, destaque para o Iberostar Bahia, na Praia do Forte, que ocupa uma imensa área junto ao mar, com cinco restaurantes, duas piscinas e um campo de golfe; o Tivoli Ecoresort Praia do Forte, na mesma praia, que tem coleccionado prémios pelo seu requinte, projecto de sustentabilidade e estrutura para famílias; o Vila Galé Marés, localizado numa das praias mais bonitas à saída de Salvador (litoral norte), que, dentro do seu género, soube criar um estilo próximo dos resorts polinésios, com os seus bungalows cobertos por telhados de palha e uma piscina descomunal de três mil metros quadrados.
Vantagem: Numa altura em que a economia do Brasil está em alta, e isso se reflecte nos custos de umas férias, aumenta a vantagem comparativa dos resorts tudo incluído, sobretudo para quem viaja em família. Por outro lado, é o tipo de férias ideal para quem quer ficar num lugar só, pois tudo está pensado num resort deste tipo para ser praticamente uma “ilha” auto-suficiente.
Quanto custa: A Abreu (www.abreu.pt) tem pacotes de nove dias para qualquer um destes resorts, com preços a partir de €1059 por pessoa.

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